¿HÉROE O VILLANO?

¿HÉROE O VILLANO?

lunes, agosto 29, 2016

A ESTE BICHO LA ELIGIERON LAS SEÑORAS DE CLASE MIERDA DE RECOLETA

Polémica con una legisladora del PRO que enseña en un libro "Cómo conseguir mucama"

Se trata de Mercedes de las Casas. Dijo que enseña a las familias porteñas a conseguir sirvientas baratas. La ministra de Educación porteña afirmó que " es una mirada compartida" por el macrismo.

    Mercedes de las Casas es una legisladora del PRO, que se vio envuelta en una polémica por un libro que escribió hace 10 años.
    La obra en cuestión se llama "Cómo conseguir una mucama y no perderla en 7 días", que escribió junto con su madre, Gloria. Ayer, a partir de una entrevista en Tiempo Argentino, la obra en cuestión y su autora volvieron a ser blanco de críticas.
    La legisladora, que ya se había hecho conocida por homenajear al Sapo Pepe y a Pimpinela en el Parlamento porteño, se defendió argumentando que el su libro fue sacado de  contexto y que -ademas- fue escrito por su madre casi en su totalidad.
    "Son lecturas que se pueden hacer. Por ahí se puede decir: 'Esta es una gorila que hace un libro sobre mucamas.' Pero eso es sacarlo de contexto", afirmó durante la entrevista. Donde también destacó el trabajo de Lina, la empleada que cuida a sus cuatro hijos.Aclaro que es muy fiel y rebarata.



    El volumen es presentado como una guía "fresca", "práctica" y "amena" para convivir con el personal doméstico, pero sus detractores lo ponen en un lugar racista.
    De las Casas es legisladora porteña, militante del PRO desde 2003, e integra la Comisión de Antidiscriminación. También se desempeño en el Ministerio de Ambiente y Espacio Público, fue asesora de Cristian Ritondo y directora general de Patrimonio
    Ya en 2007, una reseña del suplemento Radar, en Página 12, definía a dicho texto como "un escalofriante (o hilarante) manifiesto de darwinismo social, etnocentrismo y racismo intelectual sin culpas".

    O Brasil entre o Napoleão e a Urna

    Agora é a urna ou a restauração de um projeto esgotado, de nações descarriladas engatadas à máquina louca dos mercados desregulados.

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    por: Saul Leblon

    reprodução
     
    O golpe parlamentar desautorizou 54 milhões e quinhentos mil votos e privou a democracia de seu fundamental argumento: a vontade soberana do povo --62% desejam novas eleições.
     
    Esse desacerto reduz a nação a um trem que busca seus trilhos no ar.
     
    A corrosão das referências institucionais contaminou o sistema judiciário, que digladia internamente como uma extensão togada da luta política aberta na sociedade.





    Pode haver simbologia melhor, mas o nome disso é insegurança institucional. 
     
    A que última instância recorrer?
     
    A Associação dos Magistrados do Brasil acaba de rebater as críticas do ministro Gilmar Mendes à Lava Jato, acusando-o de usar um subterfúgio para barrar as operações.
     
    A suspeita não é descabida. 
     
    As investigações romperam a linha vermelha do território protegido pelo ativista do STF, cujas fidelidades partidárias e valores relativos dispensam apresentações e desdenham da coerência.
     
    A toga que agora vitupera contra provas obtidas por meios ilícitos –‘no limite vamos admitir a tortura de boa fé?’-– e escarnece de jornalistas dopados por  vazamentos  --‘como drogados’-- nunca cogitou assim quando o alvo da sanha degenerada era o PT
     
    Tudo mudou quando o caixa das campanhas do PSDB começou a ser revirado pelas delações do empresário Marcelo Odebrecht.
     
    O cofre eleitoral do 'chanceler' José Serra teve seu segredo violado.
     
    Foram contabilizados até agora depósitos da ordem de R$ 23 milhões, canalizados pela empreiteira à candidatura do tucano em 2010,  em contas no país e no exterior. 
     
    Mais de R$ 10 milhões em fluxos conectados a Michel Temer foram  informados por outras delações.
     
    A do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, teria munição para ir muito além disso.
     
    Foi sugestivamente desqualificada por vazamentos pífios, ao que tudo indica, concebidos justamente para esse fim.
     
    O arsenal do empresário comportaria octanagem capaz de varrer meio Congresso e lançar o PMDB e o PSDB a socavões do inferno político, reservados aos pecadores petistas. 
     
    Com um agravante: Léo Pinheiro não 'ajudaria' muito o juiz Moro a entregar a principal encomenda que lhe foi feita pelo tridente conservador --a cabeça grisalha de Lula.
     
    A reação de Gilmar Mendes a essas contrariedades não seria intempestiva nem apenas defensiva. 
     
    O subterfúgio de que é acusado não visaria exclusivamente desativar uma delação de inconveniências ecumênicas. 
     
    É mais que isso.
     
    Para recorrer a um paralelo comum na literatura política sobre processos antropofágicos da luta pelo poder: a investida do magistrado pretende inaugurar um novo ciclo dentro do golpe, o Termidor.
     
    Grosso modo –e guardadas diferenças abissais de personagens e ideologias—o Termidor foi o período da Revolução Francesa que demarcou o fim do Comitê de Salvação Pública, dirigido por Robespierre, quando a guilhotina agiu sobre os inimigos do regime com uma sanha de fazer o Estado Islâmico parecer um bebê de colo.
     
    Gilmar opera um Termidor que  institucionalize o golpe, confine a guilhotina ao PT e anistie os demais pescoços da corrupção constitutiva que assaltou o poder. 
     
    Moro, nosso Robespierre de Curitiba, e os promotores que se autonomearam  o Comitê da Salvação Pública da nação,  poderão continuar afiando a lâmina do Terror  no pescoço do PT.
     
    Mas o julgamento do Senado deveria demarcar, pela agenda do Napoleão togado, o fim dos campos indivisos sobre os quais a República jacobina de Moro  pretendia estender sua faxina.
     
    É nisso que consiste a sublevação napoleônica.
     
    Circunscrever a energia justiceira ao tanquinho de areia de ossos moídos da esquerda não será fácil. O recorte desmoraliza toda ação pregressa do ‘Comitê da Salvação Pública, e do Robespierre’ curitibano, confirmando suspeitas de que sua carpintaria ética reservava a guilhotina de aço para a esquerda e a lamina de veludo para a direita.
     
    Quando as togas de uma nação se esgarçam assim na luta política, os marcos institucionais se dissipam, o risco de a sociedade perder as referências essenciais é enorme.
     
    Onde fica o Estado de Direito? 
     
    Onde ele começa, onde acaba?
     
    Na dúvida, a quem recorrer? 
     
    Qual juiz? 
     
    O Napoleão tucano do Supremo? 
     
    Ou os acoelhados companheiros de toga?
     
    O Brasil foi coagido pela sofreguidão golpista a embarcar num trem fora dos trilhos institucionais.
     
    O descarrilamento acontece em meio a uma difícil transição de ciclo econômico, radicalizada pela crispação política, quando do que mais se necessita é de solidez democrática para repactuar o futuro.  
     
    É mais curta do que se imagina a travessia dessa desordem para o Estado de exceção.
     
    O processo de votação do impeachment no Senado termina agora, mas não a encruzilhada que ele ecoa e acentua.
     
    Um improvável gesto de grandeza de congressistas democráticos  poderia  recolocar as instituições à altura das provas cruciais enfrentadas pela nação neste momento.
     
    Oitenta e um representantes do povo guardarão para sempre na biografia as escolhas que fizerem diante da límpida disjuntiva posta pela história.
     
    Jogar o país em um ciclo de exceção, revestido de incertezas, regressões e confrontos imprevisíveis, ou estender a mão a uma pacificação, devolvendo a nação aos trilhos da legalidade?
     
    A rota de colisão é a desenhada pelo Napoleão de toga.
     
    A da superação histórica implicaria o compromisso com a Presidenta legítima para devolver às urnas  --ao povo--  a delicada obra da repactuação do desenvolvimento, capaz  de reordenar o passo seguinte do comboio brasileiro.
     
    É sempre bom lembrar: a história só se repete como farsa. 
     
    O Napoleão de toga que pretende circunscrever a guilhotina aos pescoços vermelhos, não fala pelo futuro, não representa a rua, nunca expressará o povo e a nação.
     
    Ele opera a restauração de um projeto globalmente esgotado, de nações descarriladas, engatadas à máquina doida dos mercados desregulados. 
     
    Essa viagem não levará a sociedade a solucionar nenhuma de seus desafios mais agudos, dos quais a reforma do sistema democrático e a repactuação política do desenvolvimento figuram como requisitos. 
     
    As consequências das decisões antidemocráticas, antissociais e antinacionais que isso catalisa, serão cobradas muito rapidamente dos que preterirem o povo quando a gravidade da hora pedia que se  devolvesse a ele o comando do destino nacional.
     
    A memória das tragédias históricas é inoxidável: os usurpadores de hoje terão que prestar contas de suas escolhas aos tolhidos de sempre.
     
    Vargas deixou essa lição há 62 anos. Por escrito. E à bala.;
     
    Parece que a elite não leu, nem ouviu.
    É tempo de lembrar, porque o povo nunca a esqueceu.

    LA DICTADURA GAY DE ESPAÑA SE AFIANZA

    Mariano-Albert

    domingo, agosto 28, 2016

    CUANDO EL SABIO SEÑALA LA LUNA LOS BOLUDOS MIRAN EL DEDO

    Imágenes integradas 1

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    Guiso de imagen de la  justicia
    a la Comodoro  Py Py  y  Po Po

    Quítese la venda. Una cometa
    cubra sutil con túnica a la Awada,
    parta el país con uso de la espada,
    con la balanza pese cada feta,

    añada carne de equino a la Rural,
    rocíe verdes a la suiza en lata,
    use un Clarín y todo el tiempo bata,
    agregue carne de buitre al natural

    y un trozo de garrón a la Carrió.
    La cacerola, pídala prestada
    al votante que aún no se arrepintió.

    Cómase con la mano bien untada
    como Corach en su tiempo sugirió,
    la servilleta está garantizada.

    ESPAÑA ES EL PAIS MAS TONTO Y BRUTO DE EUROPA

    El juez Emilio Calatayud revienta las redes con sus polémicas palabras

    El juez de menores de Granada asegura en una entrevista que es necesario 'violar la intimidad de nuestros hijos'
    • Cree además que confundir una colleja con maltrato es 'una barbaridad'
    • Las redes sociales se han posicionado a favor y en contra del magistrado
     |   
    El mediático juez de menores de Granada, Emilio Calatayud, conocido por sus sentencias ejemplares y educativas, vuelve a colocarse en el centro de la polémica. El magistrado ha asegurado en una entrevista a El Mundo que es necesario 'violar la intimidad de nuestros hijos' y señala directamente al expresidente Zapatero como el causante de que ahora no se pueda "corregir de forma razonada" a los menores.
    El magistrado asevera además que "confundir una colleja con un maltrato en este país es una auténtica barbaridad", y dice que cada vez hay más menores que son los que agreden a los padres y no al revés. "Se empieza desobedeciendo a los padres y golpeando al maestro y se termina yendo a por el presidente del Gobierno".

    También pone un ejemplo de la deriva que está tomando la educación de los hijos en España: "Cuando yo tenía cuatro años y eran las dos de la tarde, mis padres: "Niño, cómete la sopa". Y el niño, que soy yo: "No me la como".
     Pescozón al canto y te comías la sopa. Si no te comías la sopa, te merendabas la sopa. Y si no te merendabas, la sopa te la cenabas. Así que a las diez de la noche la sopa estaba tomada...", dice el juez de menores.En la entrevista también señala al expresidente del Gobierno, Jose Luis Rodríguez Zapatero, por haber suprimido la autoridad de los padres de poder "corregir de forma razonada" a los menores en 2007, y también apunta a Mariano Rajoy por no haber puesto otra vez en vigor esa autoridad "aunque luego le pegue una colleja al niño en la tele". Advierte a su vez de que darle a un niño todo lo que le pida, no regañarle nunca o ponerse de su parte frente a los profesores es la mejor manera de criar a un delincuente.
    Calatayud tampoco se muerde la lengua al hablar del nivel educativo de España, al que cataloga como "el país más tonto y bruto de Europa",* y dice que a los padres que alientan a sus hijos a no estudiar "les quitaba el PER, la ayuda familiar y el vivir del cuento. Si tú no cumples con tu obligación, que es llevar a tu hijo al colegio, por qué va cumplir la sociedad contigo...", añade.
    CONOCIDO POR SUS CURIOSAS SENTENCIAS
    Calatayud es conocido por sus peculiares sentencias de tono ejemplarizante a los menores, tales como condenas a limpiar las calles, a dibujar un cómic de quince páginas explicando la causa de una condena o a patrullar junto a un policía las calles tras haber infringido las normas de tráfico. Incluso ha llegado a firmar sentencias cuya pena era estudiar o vivir sin móvil por un tiempo.
    Otras de sus condenas más famosas son la de visitar durante un día a personas parapléjicas y hablar con ellas y sus familias a un joven que iba borracho al volante, o la obligación de trabajar con los bomberos tras haber quemado papeleras a otro menor. También se ha ido haciendo popular en base a su lenguaje directo, que gana detractores y adeptos por todos lados, como se puede ver en Twitter tras sus últimas palabras.

    * Me lo decía mi abuelo de Granada y lo llevo comprobando desde que llegué en 1976

    TODO GAYEGO ESTA EN CONTRA DE SI MISMO

    El PP ganaría los comicios en Galicia sin mayoría absoluta

    En Marea desbancaría al PSOE como segunda fuerza, según un sondeo

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    El PP ganaría los comicios en Galicia sin mayoría absoluta
    JOSÉ LUIS ROCA
    La vicepresidenta en funciones, Soraya Sáenz de Santamaría, junto al presidente gallego Alberto Núñez Feijoo.

    E.P. / SANTIAGO DE COMPOSTELA
    DOMINGO, 28 DE AGOSTO DEL 2016 - 18:15 CEST
    El Partido Popular de Galicia volvería a ganar las eleccionesautonómicas del próximo 25 de septiembre, pero conseguiría 37 diputados y quedaría a uno de alcanzar la mayoría absoluta, fijada en 38. Por su parte, En Marea desbancaría al PSdeG como segunda fuerza y obtendría 18 escaños, todo ello según la encuesta elaborada por Sondaxe para el diario 'La Voz de Galicia'.
    Cuando se realizó la anterior encuesta --a principios de agosto después de que el presidente de la Xunta y líder de los populares gallegos, Alberto Núñez Feijóo, anunciara que los comicios se producirían el 25-S-- todavía se desconocía si Podemos Galicia y En Marea concurrirían juntos a los comicios gallegos. Ahora que ya se ha confirmado este asunto, la suma de los escaños de ambas formaciones alcanza los 18 diputados --en el anterior sondeo Podemos conseguía seis y En Marea 12-- y relega a los socialistas gallegos a la tercera posición, con 15 diputados.
    Por su parte, el BNG volvería a obtener, tal y como reflejaba la encuesta de principios de agosto, cinco escaños, dos menos que en las pasadas autonómicas. El partido que no conseguiría ningún escaño en el Pazo do Hórreo sería Ciudadanos.

    POSIBLE GOBIERNO DE IZQUIERDAS

    De este modo, la suma de los escaños de En Marea, PSdeG y BNG superaría los cosechados por el PPdeG: 38 contra 37, siendo el partido instrumental integrado por Podemos, Anova, Esquerda Unida y las mareas municipalistas, entre otros colectivos, el que lideraría un posible gobierno de izquierdas en caso de que se alcanzase un acuerdo para desbancar al Partido Popular.
    En lo que respecta al porcentaje de estimación de voto, los populares obtienen en este sondeo el 44,9%, un 1,4 más que hace tres semanas, cuando cosecharon en la anterior encuesta un 43,5. De todos modos, este porcentaje continúa siendo insuficiente para alcanzar la mayoría absoluta.
    En cambio, En Marea consigue una estimación de voto del 23,8 por ciento, cuando a principios de mes Podemos, por un lado, y En Marea, por el otro, sumaban un 23,7 por ciento. Por su parte, el PSdeG --que en las últimas semanas ha registrado intensos cruces de declaraciones entre sus militantes debido a la confección de las candidaturas provinciales-- pierde más de dos puntos en estimación de voto, aunque resiste en los 15 escaños.
    El BNG repite exactamente sus resultados de principios de mes y el partido naranja obtiene en dicho sondeo un 1,6 por ciento, un porcentaje menor que hace tres semanas, cuando consiguió un 4,1 por ciento.
    Por circunscripciones, en Lugo y Ourense ganaría el PP, pero es en la segunda en la que los populares pierden el escaño que les deja sin mayoría absoluta. En ambas provincias, En Marea cede la segunda posición a los socialistas, aunque por un margen muy estrecho.
    En el eje atlántico el comportamiento es distinto, puesto que el PP no conseguiría la mayoría ni en Pontevedra ni en A Coruña, siendo en esta última provincia donde En Marea obtendría sus mejores resultados, con siete diputados y una estimación de voto del 27,5 por ciento.

    OTRA BARÓMETRO

    Mientras que la encuesta elaborada por Sondaxe para 'La Voz de Galicia' sitúa al PPdeG a un escaño de la mayoría absoluta, la realizada por 'NC Report' para el diario 'La Razón' le otorga un total de 39 escaños de los 75 a repartir en el Pazo do Hórreo.
    En esta encuesta, el PSdeG se mantiene como segunda fuerza con 17 diputados, mientras que En Marea sería la tercera con 15. Por su parte, el Bloque alcanzaría dos, al igual que Ciudadanos. Por circunscripciones, el PP conseguiría 12 diputados en A Coruña; 10, en Pontevedra; nueve, en Lugo; y ocho, en Ourense. En cuanto al PSOE, la formación liderada por Xoaquín Fernández Leiceaga logra cinco diputados en A Coruña, otros tantos en Pontevedra, cuatro en Lugo y los mismos en Ourense.
    Por su parte, el Bloque conseguiría sus escaños en las provincias de A Coruña y Pontevedra. Por el contrario, En Marea se hace con seis escaños en la provincia coruñesa, cinco en Pontevedra, dos en Lugo y otros tantos en Ourense. Por último, Ciudadanos se estrenaría en estos comicios con dos escaños, uno de A Coruña y otro de Pontevedr
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